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O equilíbrio invisível: reflexões sobre o Dia Internacional da Mulher

  • sanitasmentis
  • 8 de mar.
  • 1 min de leitura

Neste Dia Internacional da Mulher, minha reflexão transborda as fronteiras do calendário e se ancora em uma experiência recente e marcante: a palestra que tive a honra de ministrar na PRODESP. Diante de tantas trajetórias potentes, um tema pulsou com força: a persistência.

Ainda hoje, em pleno 2026, ocupamos espaços que exigem de nós uma prova constante de competência e resiliência. Lutamos por voz em ambientes que, por vezes, ainda não aprenderam a ouvir. Nossa jornada é, reconhecidamente intensa, um malabarismo entre metas, prazos, o desenvolvimento de lideranças e a gestão da saúde mental.


No entanto, o que mais me fascina na alma feminina é a nossa capacidade de expansão. Mesmo sob a pressão de carreiras desafiadoras e das responsabilidades com a família, a mulher preserva algo sagrado: o espaço para o acolhimento.


Cuidar não é uma fraqueza; é uma tecnologia de sobrevivência e de transformação social. Ser essa "ponte" que sustenta o lar e impulsiona o mundo corporativo exige uma força que a psicanálise e a neurociência tentam explicar, mas que só quem vive compreende na pele.

Hoje, celebramos a mulher que lidera, a que educa, a que cura e a que acolhe. Que possamos continuar conquistando espaços sem precisar renunciar à nossa essência cuidadora, mas também sem o peso da sobrecarga invisível.

Feliz Dia Internacional da Mulher a todas que, com coragem, transformam o cansaço em cuidado e a luta em conquista.



 
 
 

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